Fantasia

Fantasia é uma noção que encontra as mais diversas conceituações na psicologia.

O conceito de Freud relaciona a fantasia a um mecanismo ligado ao princípio do prazer e distanciado do mundo externo, que o indivíduo utiliza como uma busca da satisfação por meio da ilusão.

Para Carl Gustav Jung, a fantasia expressa o fluxo ou agregado de imagens e idéias vindo do inconsciente, que produz uma atividade imaginativa, espontânea e criativa da psique.

Espécie de união entre os conteúdos inconscientes e conscientes, a fantasia é o resultado imediato de operação das estruturas arquetípicas. Jung classificou-a em “fantasias ativas”, as que requerem o auxílio do ego para emergirem na consciência, e “fantasias passivas”, aquelas que emergem diretamente do inconsciente, porém utilizando-se de conteúdos conscientes.

As fantasias ativas seriam altamente criativas, enquanto que as passivas seriam de natureza patológica. Ambas podem ser interpretadas.

O conteúdo das fantasias está intimamente ligado à criação artística.

MARQUE JÁ SUA CONSULTA!

11-9766-8228

11-5083-1192/3042-1085

Transtorno do pânico

O transtorno do pânico ou síndrome do pânico é uma condição mental psiquiátrica que faz com que o indivíduo tenha ataques de pânico esporádicos, intensos e muitas vezes recorrentes.

Pode ser controlado com medicação e psicoterapia. É importante ressaltar que um ataque de pânico pode não constituir doença (se isolado) ou ser secundário a outro transtorno mental.

Sintomas

Este distúrbio é nitidamente diferente de outros tipos de ansiedade, caracterizando-se por crises súbitas, sem fatores desencadeantes aparentes e, freqüentemente, incapacitantes. Depois de ter uma crise de pânico a pessoa pode desenvolver medos irracionais (chamados fobias) destas situações e começar a evitá-las.

Os sintomas físicos de uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente. Os sintomas são como uma preparação do corpo para alguma “coisa terrível”. A reação natural é acionar os mecanismos de fuga. Diante do perigo, o organismo trata de aumentar a irrigação de sangue no cérebro e nos membros usados para fugir — em detrimento de outras partes do corpo.

Os sintomas são desencadeados a partir da liberação de adrenalina frente a um estímulo considerado como potencialmente perigoso. A adrenalina provoca alterações fisiológicas que preparam o indivíduo para o enfrentamento desse perigo: aumento da freqüência cardíaca e respiratória, a fim de melhor oxigenação muscular; e o aumento da freqüência respiratória (hiperventilação) é o principal motivo do surgimento dos sintomas.

Durante a hiperventilação, o organismo excreta uma quantidade acima do normal de gás carbônico. Este, apesar de ser um excreta do organismo, exerce função fundamental no controle do equilíbrio ácido-básico do sangue. Quando ocorre diminuição do gás carbônico ocorre também um aumento no pH sanguíneo (alcalose metabólica) e, conseqüente a isso, uma maior afinidade da albumina plasmática pelo cálcio circulante, o que irá se traduzir clinicamente por uma hipocalcemia relativa (por redução na fração livre do cálcio). Os sintomas dessa hipocalcemia são sentidos em todo o organismo:

- Sistema Nervoso Central: ocorre vaso-constrição arterial que se traduz em vertigem, escurecimento da visão, sensação de desmaio.

- Sistema Nervoso Periférico: ocorre dificuldade na transmissão dos estímulos pelos nervos sensitivos, ocasionando parestesias (formigamentos) que possuem uma característica própria: são centrípetos, ou seja, da periferia para o centro do corpo. O indivíduo se queixa de formigamento que acomete as pontas dos dedos e se estende para o braço (em luva, nas mãos; em bota, nos pés), adormecimento da região que compreende o nariz e ao redor da boca (característico do quadro).

- Musculatura Esquelética: a hipocalcemia causa aumento da excitabilidade muscular crescente que se traduz inicialmente por tremores de extremidades, seguido de espasmos musculares (contrações de pequenos grupos musculares: tremores nas pálpebras, pescoço, tórax e braços) e chegando até a tetania (contração muscular persistente). Em relação à tetania, é comum a queixa de dificuldade para abertura dos olhos (contratura do músculo orbicular dos olhos), dor torácica alta (contratura da porção superior do esôfago), sensação de aperto na garganta (contração da musculatura da hipofaringe, notadamente do cricofaringeo), de abertura da boca (contratura do masseter e de músculos faciais – sinal de Chvostec), e contratura das mãos (mão de parteiro – sinal de Trousseau). São muito freqüentes as cãimbras.

Adicionalmente, a hiperventilação é realizada através de respiração bucal, o que traz duas conseqüências diretas: o ressecamento da boca (boca seca) e falta de ar (ocasionada pela não estimulação dos nervos sensitivos intranasais).

Tais eventos podem durar de alguns minutos a horas e podem variar em intensidade e sintomas específicos no decorrer da crise (como rapidez dos batimentos cardíacos, experiências psicológicas como medo incontrolável etc.). Quando alguém tem crises repetidas ou sente muito ansioso, com medo de ter outra crise, diz-se que tem transtorno do pânico. Indivíduos com o transtorno do pânico geralmente têm uma série de episódios de extrema ansiedade, conhecidos como ataques de pânico.

Alguns indivíduos enfrentam esses episódios regularmente, diariamente ou semanalmente. Os sintomas externos de um ataque de pânico geralmente causam experiências sociais negativas (como vergonha, estigma social, ostracismo etc.). Como resultado disso, boa parte dos indivíduos que sofrem de transtorno do pânico também desenvolvem agorafobia.

Ocorrência

O sistema de “alerta” normal do organismo — o conjunto de mecanismos físicos e mentais que permite que uma pessoa reaja a uma ameaça — tende a ser desencadeado desnecessariamente na crise de pânico, sem haver perigo iminente. Algumas pessoas são mais suscetíveis ao problema do que outras. Constatou-se que o T.P. ocorre com maior freqüência em algumas famílias, e isto pode significar que há uma participação importante de um fator hereditário (genético) na determinação de quem desenvolverá o transtorno. Entretanto, muitas pessoas que desenvolvem este transtorno não tem nenhum antecedente familiar.

O cérebro produz substâncias chamadas neurotransmissores que são responsáveis pela comunicação que ocorre entre os neurônios (células do sistema nervoso). Estas comunicações formam mensagens que irão determinar a execução de todas as atividades físicas e mentais de nosso organismo (ex: andar, pensar, memorizar, etc). Um desequilíbrio na produção destes neurotransmissores pode levar algumas partes do cérebro a transmitir informações e comandos incorretos. Isto é exatamente o que ocorre em uma crise de pânico: existe uma informação incorreta alertando e preparando o organismo para uma ameaça ou perigo que na realidade não existe. É como se tivéssemos um despertador que passa a tocar o alarme em horas totalmente inapropriadas. No caso do Transtorno do Pânico os neurotransmissores que encontram-se em desequilíbrio são: a serotonina e a noradrenalina.

O transtorno do pânico é um sério problema de saúde, mas pode ser tratado. Geralmente ele é disparado em jovens adultos, cerca de metade dos indivíduos que têm transtorno do pânico o manifestam antes dos 24 anos de idade, mas algumas pesquisas indicam que a manifestação ocorre com mais freqüência dos 25 aos 30 anos. Mulheres são duas vezes mais propensas a desenvolverem o transtorno do pânico do que os homens.

O transtorno do pânico pode durar meses ou mesmo anos, dependendo de como e quando o tratamento é realizado. Se não tratado, pode piorar a ponto de afetar seriamente a vida social do indivíduo, que tenta evitar os ataques e acaba os tendo. De fato, muitas pessoas tiveram problemas com amigos e familiares ou perderam o emprego em decorrência do transtorno do pânico.

Alguns indivíduos podem manifestar os sintomas freqüentemente durante meses ou anos e então passar anos sem qualquer sintoma. Em outros, os sintomas persistem indefinidamente. Existem também algumas evidências de que muitos indivíduos, especialmente os que desenvolvem os sintomas ainda jovens, podem parar de manifestar os sintomas naturalmente numa idade mais avançada (depois dos 50 anos). É importante, entretanto, não alterar qualquer tratamento ou medicação em andamento sem um acompanhamento médico especializado.

Para indivíduos que procuram tratamento ativo logo no início, grande parte dos sintomas pode desaparecer em algumas poucas semanas, sem quaisquer efeitos negativos até o final do tratamento.

Tratamento
O transtorno do pânico é real e potencialmente incapacitante, mas pode ser controlado. Em decorrência dos sintomas perturbadores que acompanham o transtorno do pânico, este pode ser confundido com alguma outra doença. Tal confusão pode agravar o quadro do indivíduo. As pessoas freqüentemente vão às salas de emergência quando estão tendo ataques de pânico e muitos exames podem ser feitos para descartar outras possibilidades, gerando ainda mais ansiedade.

O tratamento do transtorno do pânico inclui medicamentos e psicoterapia.

Como os sintomas orgânicos principais são secundários à queda dos níveis plasmáticos de cálcio secundários à hiperventilação, uma técnica simples pode ser utilizada para controle rápido do mal estar: a reinalação de gás carbônico; isso se consegue pela respiração em um saco plástico ou de papel, o que ocasiona o aumento desse gás no sangue, a reversão da alcalose e a liberação do cálcio ligado à albumina. A melhora dos sintomas é rápida e ocorre em cerca de dois a três minutos. Não se deve esquecer de realizar a troca periódica do ar dentro do saco (para que não exista queda acentuada do oxigênio!). A tontura ou sensação de “cabeça vazia” pode demorar algumas horas ou até dois dias para normalização.

O aprendizado de que o controle dos sintomas pode ser feito através do controle da respiração ajuda em muito no tratamento a longo prazo da Síndrome do Pânico.

Os profissionais de saúde mental que tipicamente acompanham um indivíduo no tratamento do transtorno do pânico são os psiquiatras, psicanalistas, psicólogos, conselheiros de saúde mental e assistentes sociais. Para prescrever um tratamento medicamentoso para o transtorno do pânico, o indivíduo deve procurar um médico (geralmente um psiquiatra).

A psicoterapia é tipicamente assistida por um psiquiatra ou um psicólogo. Em áreas remotas, onde um profissional especializado não está disponível, um médico de família pode se responsabilizar pelo tratamento.

O psiquiatra é, por formação, o mais preparado para a prescrição de medicamentos e deve ser o profissional escolhido caso haja disponibilidade.

Medicamentos ou técnicas modernas podem ser utilizadas para quebrar a conexão psicológica entre uma fobia específica e os ataques de pânico.

Tratamentos empregados incluem:

* Antidepressivos: tomados regularmente para constituir uma resistência à ocorrência dos sintomas. Embora tais medicamentos sejam descritos como “antidepressivos”, o seu mecanismo de ação, voltado para inibição da recaptação de serotonina, é apontado para o efeito antipânico. Muitos indivíduos com o transtorno do pânico não apresentam os sintomas clássicos da depressão e podem achar que os medicamentos foram prescritos erroneamente, por isso é importante a orientação do médico ao prescrever, assim como a combinação com a psicoterapia. Classes de antidepressivos comumente utilizados:
o ISRS
o IMAO

* Ansiolíticos (benzodiazepínicos): ministrados durante um episódio de ataque de pânico, não trazem nenhum benefício se usados regularmente (a não ser que os ataques de pânico sejam freqüentes).

Se não utilizados exatamente como prescritos, podem viciar. Geralmente são mais eficazes no começo do tratamento, quando as propriedades de resistência dos antidepressivos ainda não se consolidaram.

* Estimulação magnética transcraniana repetitiva: é uma técnica indolor que atinge o cérebro de maneira não invasiva, usada desde 1985 em neurologia e desde 1997 no campo da psiquiatria, que pode beneficiar pacientes refratários, ou seja, nos quais diversas combinações de medicamentos não foram eficazes.

Cura e controle

A exposição múltipla e cautelosa ao elemento fóbico (associado à doença) sem causar ataques de pânico (graças à medicação) pode quebrar o padrão fobia-pânico, possibilitando ao indivíduo posteriormente conviver com a fobia sem necessitar de medicação.
Entretanto, fobias menores que se desenvolvem como resultado dos ataques de pânico podem ser eliminadas sem medicação por meio de terapia cognitivo-comportamental monitorada ou simplesmente pela exposição.

Geralmente a combinação da psicoterapia com medicamentos produz bons resultados.

Alguns avanços podem ser notados num período de seis a oito semanas. Muitas vezes, a busca pela combinação correta de medicamentos (e mesmo de um médico com o qual o indivíduo se sinta confortável) pode levar algum tempo.

Assim, um tratamento apropriado acompanhado por um profissional experiente pode prevenir o ataque de pânico ou ao menos reduzir substancialmente sua freqüência e severidade, significando a recuperação e ressocialização do paciente (se for o caso).
Recaídas podem ocorrer, mas geralmente são tratadas com eficácia da mesma forma que o primeiro episódio.

Em adição, pessoas com transtorno do pânico podem precisar de tratamento para outros problemas emocionais.
A depressão geralmente está associada ao transtorno do pânico, assim como pode haver alcoolismo e uso de outras drogas.
Pesquisas sugerem que tentativas de suicídio são mais freqüentes em indivíduos com transtorno do pânico, embora tais pesquisas ainda sejam bastante controversas.

MARQUE JÁ A SUA CONSULTA COM DR. KAMAL NAHAS:

11-9766-8228

11-5083-1192/3042-1085

Ansiedade

Ansiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração etc.

Causas

Esses dois aspectos, tanto a ansiedade quanto o medo, não surgem na vida da pessoa por uma escolha. Acredita-se que vivências interpessoais e problemas na primeira infância possam ser importantes causas desses sintomas.
Além disso, existem causas biológicas como anormalidades químicas no cérebro ou distúrbios hormonais. Ansiedade é um estado emocional que se adquire como conseqüência de algum ato.

Conseqüências

Todas as pessoas podem sentir ansiedade, principalmente com a vida atribulada atual. A ansiedade acaba tornando-se constante na vida de muitas pessoas. Dependendo do grau ou da freqüência, pode se tornar patológica e acarretar muitos problemas posteriores, como o transtorno da ansiedade. Portanto, nem sempre é patológica.
Unhas roídas, característica de ansiedade

Ter ansiedade ou sofrer desse mal faz com que a pessoa perca uma boa parte da sua auto-estima, ou seja, ela deixa de fazer certas coisas porque se julga ser incapaz de realizá-las.

Dessa forma, o termo ansiedade está de certa forma ligado à palavra medo, sendo assim a pessoa passa a ter medo de errar quando da realização de diferentes tarefas, sem mesmo chegar a tentar.

A Ansiedade em níveis muito altos, ou quando apresentada com a timidez ou depressão, impede que a pessoa desenvolva seu potencial intelectual.

O aprendizado é bloqueado e isso interfere não só no aprendizado da educação tradicional, mas na inteligência social.

O indivíduo fica sem saber como se portar em ocasiões sociais ou no trabalho, o que pode levar a estagnação na carreira.

Manifestações

As pessoas ansiosas têm um vasto número de sintomas. Muitos resultam de um aumento da estimulação do sistema nervoso vegetativo ou autônomo, que controla o reflexo ataque-fuga. Outros são somatizações, ou seja, os doentes convertem a ansiedade em problemas físicos, incluindo dores de cabeça, distúrbios intestinais e tensão muscular.

Cerca de metade das pessoas com ansiedade sofrem principalmente de sintomas físicos, normalmente localizados nos intestinos e no peito.

Conforme a sintomatologia, a ansiedade pode ser classificada em vários transtornos, mas sempre quando há um grau patológico, definido como aquele que causa interferência nas atividades normais do indivíduo.

Sintomas

* Fadiga
* Insônia
* Falta de ar ou sensação de sufoco
* Picadas nas mãos e nos pés
* Confusão
* Instabilidade ou sensação de desmaio
* Dores no peito e palpitações
* Afrontamentos, arrepios, suores, frio, mãos úmidas
* Boca seca
* Contrações ou tremores incontroláveis
* Tensão muscular, dores
* Necessidade urgente de defecar ou urinar
* Dificuldade em engolir
* Sensação de ter um “nó” na garganta
* Dificuldades para relaxar
* Dificuldades para dormir
* Leve tontura ou vertigem
* Vômitos incontroláveis

Tratamento

O tratamento é feito com psicoterapia e medicamentos, dentre os quais ansiolíticos e antidepressivos.

MARQUE JÁ A SUA CONSULTA COM DR. KAMAL NAHAS:

11-3013-2050

11-9766-8228

Depressão

A depressão (também chamada de transtorno depressivo maior) é um problema médico caracterizado por diversos sinais e sintomas, dentre os quais dois são essenciais: humor persistentemente rebaixado, apresentando-se como tristeza, angústia ou sensação de vazio e redução na capacidade de sentir satisfação ou vivenciar prazer.

O estado depressivo diferencia-se do comportamento “triste” ou melancólico que afeta a maioria das pessoas por se tratar de uma condição duradoura de origem neurológica acompanhada de vários sintomas específicos. Ou seja, depressão não é tristeza.
É uma doença que tem tratamento.

Estima-se que cerca de 15 a 20% da população mundial, em algum momento da vida, sofreu de depressão.

A depressão é mais comum em pessoas com idade entre 24 e 44 anos.

Dependendo do motivo pode ser dada a crianças e adolescentes como separação dos pais, problemas na escola, rejeição e principalmente Bullying.
A ocorrência em mulheres é o dobro da ocorrência em homens.
As causas da depressão são inúmeras e controversas.
Acredita-se que a genética, alimentação, stress, estilo de vida, separação dos pais, rejeição, drogas, problemas na escola e outros fatores estão relacionados com o surgimento ou agravamento da doença.

A Mania corresponde ao oposto da depressão.

História

Hipócrates criou a teoria dos 4 humores corporais (sangue, fleugma ou pituíta, bílis amarela e bílis negra) em que o equilíbrio ou desequilíbrio era responsável pela saúde (eucrasia) ou enfermidade e dor (discrasia) de um indivíduo. Hipócrates acreditava que a influência de Saturno levava o baço humano a secretar mais bílis negra, alterando o humor do indivíduo e escurecendo-o , levando ao estado de melancolia. A palavra melancolia vem de melancolis (melanos=negro e colis=bíle).

Galeno re-descreveu a melancolia. Aureliano falou da agressividade associada à depressão e associou o suicídio à depressão.

Sintomas

Cerca de 16% da população mundial já teve depressão nervosa pelo menos uma vez na vida. Em alguns países como a Austrália, uma em cada quatro mulheres já sofreram de depressão e cerca de um em cada oito homens já sofreram do mal. O início dos estudos sobre a depressão começou na década de 1920. Foi reportado que as mulheres têm duas vezes mais chances de sofrer de depressão do que os homens, mas em contrapartida essa diferença tem diminuído durante os últimos anos. Esta diferença desaparece completamente entre os 50 e 55 anos. A depressão nervosa é causa comum de aposentadoria por invalidez na América do Norte e em outros países da Europa.

Segundo a OMS, em 2020, a depressão nervosa passará a ser a segunda causa de mortes mundiais por doença, após doenças coronárias.

Os sintomas, geralmente associados ao quadro depressivo:

Essenciais para o diagnóstico:

* Humor persistentemente rebaixado, apresentando-se como tristeza, angústia ou sensação de vazio; ou
* Diminuição do interesse e prazer em atividades que antes eram prazerosas

Outros sintomas de depressão incluem:

* Ansiedade
* Afastamento de amigos ou pessoas
* Cansaço e perda de energia
* Falta de vontade de realizar uma determinada tarefa que progressivamente se alastra ou pode alastrar a muitas outras atividades.
* Vontade de chorar ou chora às escondidas.
* Tem maus resultados escolares, devido á incapacidade em se concentrar.
* Vontade de ficar só. Afasta-se de tudo e todos.
* Não querer ouvir barulhos ou querer música ou barulhos em altos berros (pois é uma forma de se alhear e afastar do que se passa à sua volta).
* Sentimento de tristeza persistente
* Problemas de auto-confiança e auto-estima
* Sente-se triste e abatida sem conseguir encontrar algo que a anime ou que lhe consiga despertar interesse.
* Dificuldade de concentração e de tomar decisões
* Sentimentos de culpa, desesperança, desamparo, solidão, ansiedade ou inutilidade
* Alterações no sono; Dificuldades em adormecer, acordar muito mais cedo do que o habitual, dormir em excesso ou pesadelos
* Medo de executar determinada tarefa; ou medo do que possa acontecer se falhar. Vive obcecada com a sua incapacidade ou com o que possa acontecer a outrem se ela falhar.
* Isolamento: evitar outras pessoas.
* Perda de apetite com diminuição do peso ou compulsão alimentar
* Pensamentos de suicídio e morte
* Inquietação e irritabilidade
* Auto-agressão
* Mudanças na percepção do tempo
* Acessos de choro
* Possíveis mudanças comportamentais como agressão ou irritabilidade
* Medo ou sensação de ser ou estar sendo abandonado
* Desleixa-se com o vestir ou com a sua apresentação. Isso deixou de lhe interessar.

Algumas pessoas apresentam apenas alguns dos sintomas, outros apresentam inúmeros sintomas, com intensidade variada.

Pessoas deprimidas têm freqüentemente pensamentos mórbidos e a taxa de suicídio entre depressivos é 30 vezes maior do que a média da população em geral.

A depressão é considerada em várias partes do mundo como uma das doenças com mais alta taxa de mortalidade.

Tipos de depressão

A depressão é muitas vezes classificada como distimia quando os sintomas permanecem por períodos muito longos de tempo (pelo menos seis meses) de forma “leve”, enquanto que nas ocorrências graves da depressão os sintomas atingem proporções incontroláveis, impossibilitando as atividades normais do indivíduo e obrigando a internação devido ao alto risco de suicídio.

Do ponto de vista didático, a depressão clínica pode ser dividida em 6 tipos principais.

Depressão maior

Os pacientes com este tipo de depressão apresentam pelo menos 5 dos sintomas listados a seguir, por um período não inferior a duas semanas:

* Desânimo na maioria dos dias e na maior parte do dia (em adolescentes e crianças há um predomínio da irritabilidade)
* Falta de prazer nas atividades diárias
* Perda do apetite e/ou diminuição do peso
* Distúrbios do sono — desde insônia até sono excessivo — durante quase todo o dia
* Sensação de agitação ou languidez intensa
* Fadiga constante
* Sentimento de culpa constante
* Dificuldade de concentração
* Idéias recorrentes de suicídio ou morte

Além dos critérios acima, devem ser observados outros pontos importantes: os sintomas citados anteriormente não devem estar associados a episódios maníacos (como no transtorno bipolar); devem comprometer atividades importantes (como o trabalho ou os relacionamentos pessoais); não devem ser causados por drogas, álcool ou qualquer outra substância; e devem ser diferenciados de sentimentos comuns de tristeza. Geralmente, os episódios de depressão duram cerca de vinte semanas.

Os sintomas da depressão nas crianças podem ser diferentes das dos adultos, incluindo tristeza persistente, incapacidade de se divertir com suas atividades favoritas, irritabilidade acentuada, queixas freqüentes de problemas como dores de cabeça e cólicas abdominais, mau desempenho escolar, desânimo, concentração ruim ou alterações nos padrões de sono e de alimentação.

Depressão crônica (distimia)

A depressão crônica leve, ou distimia, caracteriza-se por vários sintomas também presentes na depressão maior, mas eles são menos intensos e duram muito mais tempo — pelo menos 2 anos. Os sintomas são descritos como uma “leve tristeza” que se estende na maioria das atividades. Em geral, não se observa distúrbios no apetite ou no desejo sexual, mania, agitação ou comportamento sedentário. Os distímicos cometem suicídio na mesma proporção dos deprimidos graves. Talvez devido à duração dos sintomas, os pacientes com depressão crônica não apresentam grandes alterações no humor ou nas atividades diárias, apesar de se sentirem mais desanimados e desesperançosos, e serem mais pessimistas. Os pacientes crônicos podem sofrer episódios de depressão maior (estes casos são conhecidos como depressão dupla).

Depressão atípica

As pessoas com esta variedade geralmente comem demais, dormem muito, sentem-se muito enfadadas e apresentam um sentimento forte de rejeição.

Depressão pós-parto

Em alguma situações pós-parto surge depressão que é chamada de “depressão pós-parto”.

Este tipo de depressão pode dever-se a perturbações e alterações do foro emocional e/ou hormonal, uma vez que o corpo da mulher sofre demasiadas alterações com o nascimento de um bebê. Por vezes surgem desconfortos e sensações de dores de costas que podem agravar o estado emocional e hormonal da recente mãe. Estas queixas por vezes agravam o estado emocional e precisam ser verificadas.

Os partos naturais e as alterações que a bacia sofre para o nascimento do bebê podem criar alterações quer a nível da bacia quer a nível da coluna, que podem agravar o estado emocional da mulher. Estas alterações podem estar na origem de depressões de causas físicas.

Distúrbio afetivo sazonal (DAS)

Este distúrbio caracteriza-se por episódios anuais de depressão durante o outono ou o inverno, que podem desaparecer na primavera ou no verão, quando então tendem a apresentar uma fase maníaca. Outros sintomas incluem fadiga, tendência a comer muito doce e dormir demais no inverno, mas uma minoria come menos do que o costume e sofre de insônia.

Tensão pré-menstrual (TPM)

Há depressão acentuada, irritabilidade e tensão antes da menstruação. Afeta entre 3% e 8% das mulheres em idade fértil. O diagnóstico baseia-se na presença de pelo menos 5 dos sintomas descritos no tópico depressão maior na maioria dos ciclos menstruais, havendo uma piora dos sintomas cerca de uma semana antes da chegada do fluxo menstrual, melhorando logo após a passagem da menstruação.

Pesar

O pesar, também conhecido como reação de luto, não é um tipo de depressão, mas ambas possuem muito em comum. Na verdade, pode ser difícil diferenciá-los. O pesar, contudo, é considerado uma resposta emocional saudável e importante quando se lida com perdas. Normalmente é limitado. Nas pessoas sem outros distúrbios emocionais, o sentimento de aflição dura entre três e seis meses.

A pessoa passa por uma sucessão de emoções que incluem choque e negação, solidão, desespero, alienação social e raiva. O período de recuperação consome outros 3 a 6 meses. Após esse tempo, se o sentimento de pesar ainda é muito intenso, ele pode afetar a saúde da pessoa ou predispô-la ao desenvolvimento de uma depressão propriamente dita.

Causas da depressão

Sabe-se hoje que a depressão é associada a um desequilíbrio em certas substâncias químicas no cérebro e os principais medicamentos antidepressivos têm por função principal agir no restabelecimento dos níveis normais destas substâncias, principalmente a serotonina.

* Fatores Psico-sociais

As pessoas que já experimentaram períodos de depressão relatam um acontecimento estressante como o fator precipitante da doença. A perda recente de uma pessoa amada é o fato mais citado, mas todas as grandes perdas (e mesmo as pequenas) causam um certo pesar. Acontecimentos traumáticos, como a perda súbita de um ente querido, ou mesmo eventos naturais como enchentes, podem causar uma depressão imediata, sendo necessário um longo período de recuperação. A maioria das pessoas supera este estado sem se tornar cronicamente deprimida. Alguns fatores genéticos ou biológicos podem explicar a maior vulnerabilidade de certas pessoas. A existência ou a ausência de uma forte malha social ou familiar também influenciam – positiva ou negativamente – na recuperação.

Dentre os fatores psico-sociais causadores de depressão, problemas relacionados à convivência e relacionamento no ambiente de trabalho também têm fundamental importância para o desenvolvimento da doença em questão.

* Fatores Biológicos

Alterações nos níveis de neurotransmissores (principalmente serotonina, acetilcolina, dopamina, epinefrina e norepinefrina) relacionam-se à susceptibilidade para depressão. Alguns hormônios também podem ter um papel importante – ainda que isto não esteja muito claro. Ainda, atrofias em certas áreas do cérebro (particularmente no lobo pré-frontal) responsáveis pelo controle das emoções e produção de serotonina são responsáveis por distúrbios depressivos importantes.

* Fatores Físicos (Traumatismos)

Em algumas depressões podem ser encontradas causas físicas para a sua existência. Há muito que se sabe que muitos dos nossos traumatismos e acidentes físicos ficam registrados no nosso corpo em conjunto com as emoções que sofremos na altura do acidente traumatismo.

Isto cria situações somato- emocionais que muitas das vezes perpetuam as dores ou alteram a pessoa por completo em termos emocionais. São bem conhecidos os resultados de diversas terapias dirigidas ao físico que fazem libertação somato- emocional e alteram por completo o estado emocional da pessoa.

* Em algumas situações problemas físicos podem criar um desgaste e uma tensão demasiado grande sobre o corpo e sobre o sistema nervoso que desencadeiam ou agravam o estado depressivo. Nestas situações devem-se corrigir os diversos problemas físicos. Infelizmente muitas das vezes não existem quaisquer sintomas da sua existência pelo que estes costumam passar completamente despercebidos.

* Outros fatores relacionados ao desenvolvimento de depressão

Medicamentos como betabloqueadores, corticosteróides, anti-histamínicos, analgésicos e antiparkinsonianos podem causar depressão, bem como a retirada de qualquer medicação utilizada a longo prazo.

Depressão (doença da alma)

Depressão é um estado de vibração negativa da mente humana, e, entramos nesta faixa vibratória por alguns motivos:

• Apego material • Não aceitação de nossa situação em relação a tudo e a todos • Ansiedade • Inconformismo • Descrença • Desamor • Rancor, estado de não perdão, desânimo, baixa-estima…

Estes sentimentos negativos são alimentos para o nosso “orgulho”. Estas emoções desconexas acabam por massacrar e adoecer o “eu espírito” que, conseqüentemente, passa para o físico. Esses transtornos nos visitam primeiramente no campo energético de acordo com nossos pensamentos e vibrações, e, se não nos tratarmos devidamente de dentro para fora, ou seja- em espírito- atingem o nosso corpo material.

Diante disto, passamos a buscar a cura para tais anomalias e nos deparamos com a medicina alopática tradicional, com o uso de medicamentos fortíssimos impactando em nosso cérebro.

Nestes casos, a medicina lida somente com o cérebro do ser, o desequilíbrio dos neurotransmissores,e – que através das medicações alopáticas – consegue a cura do físico. Mas esta cura é momentânea, pois é o efeito que está sendo tratado e não a causa que é a raiz geradora de todos os transtornos.

Longe de maldizermos a medicina tradicional, muito pelo contrário, precisamos ainda muito dela porque nos traz muitos lenitivos necessários para a condição de baixa evolução atual do ser humano.

Entretanto, perde-se em utilização dos medicamentos que atuam somente na cura do órgão, do físico, não vendo o paciente como um ser integral, em que o corpo físico somente responde aos desajustes do espírito.

É necessário observarmos a atuação do mundo invisível. Ou seja, há espíritos que querem nos atrapalhar, porém existem muito mais os que querem nos ajudar, como os nossos protetores espirituais, no entanto, estes dependem de nossas vibrações positivas para nos amparar:

• Pensamentos positivos • Alegria de viver • Caridade e amor ao próximo • Calma, equilíbrio, fé… • Enfim, Sabedoria espiritual para entender todas as conexões da vida e seus porquês.

Nós tendemos a cair por conta da nossa personalidade congênita, ou seja, a nossa real personalidade, nascemos com ela, faz parte do eu, do nosso passado, que quando não bem resolvido causa estragos em nosso emocional e espiritual.

Necessitamos evoluir espiritualmente porque quando evoluímos deixamos estes desajustes de personalidade para trás galgando outros valores, conseqüentemente, passamos a vibrar melhor, com bons pensamentos, nossa energia melhora e as doenças começam a desaparecer.

Mas só conseguimos entrar neste estágio e sintonia quando buscamos a cura da causa na raiz: no espírito.

A cura para tal desequilíbrio esta em nossas mãos, somente se concretiza de dentro para fora e quem tem a chave somos nós mesmos.

Geralmente começamos cair em depressão porque morreu um ente querido, perdemos o emprego, fomos traídos, somos mal amados, não temos o que precisamos, enfim, seja a situação qual for, não importa, o que devemos fazer é sair destas ondas de negatividades e buscar a melhora de nossas energias com pensamentos condizentes com a sabedoria espiritual.

Podemos sim ficar um pouco tristes dependendo da situação, mas, entendendo que devemos começar a levantar, caso contrário começamos a cair em uma ascendente ficando cada vez mais difícil levantarmos.

Entendendo que tudo o que nos acontece tem um porquê de ser, pois traz aprendizados necessários a cada um de nós.

Quando aceitamos nossos problemas e lutamos pela nossa melhora, o aprendizado adquirido é infinitamente maior, pois, passamos a outros estágios melhores mudando nossas vibrações, sentimentos… e é somente desta forma que o espírito consegue adquirir o aprendizado interior: A Evolução.

Portanto, a depressão quando nos abraça é porque foi atraída por nós mesmos, ainda que inconscientemente. Nós nos colocamos na posição de coitados, e o pior, jogamos um caminhão de culpas em ombros alheios que não os nossos.

Antidepressivos somente nos ajudam a melhorar por um determinado tempo, porém, após um período deixa de fazer o efeito desejável, passando a exigir medicação mais forte e assim sucessivamente.

Estes antidepressivos aumentam a serotonina, (quando estamos tristes e depressivos a serotonina abaixa) e o ser obtém a melhora. Mas, volta à estaca zero com o passar do tempo quando da parada ou exaustão da medicação.

Assim acontece com todos os casos que sua origem é espiritual, ou seja, a grande maioria das doenças, seja depressão, esquizofrenia, pânico e qualquer outra doença, foi gerada por nós. Pesar, tristeza, raiva, vingança… são sentimentos que foram formados por não ter havido perdão.

Perdoar, aceitar, amar: estes atuam como depuradores de nossas energias negativas incrustadas em nosso espírito, dissolvem os ressentimentos e nos trazem o bem estar, a saúde, a felicidade de corpo e alma.

É necessário olharmos o ser por completo, como ser integral. A medicina só vai até o físico, sendo assim não consegue encontrar a causa da doença, somente o efeito deixando a causa latente até a próxima investida, e é possível que nos acompanhe por outras vidas até que consigamos extirpá-las do nosso eu interior.

Tudo o que recebemos é o retorno do que damos, nos colocarmos na posição de coitados é extremamente errado, se estamos passando por algo é porque assim deve ser perante a justiça Divina visando à concretização da divida e obviamente do aprendizado.

Deixemos a alegria fazer parte de nossos corações, olhar para nossa vida positivamente, crescer interiormente, ter fé, ser compreensivos, amorosos, colocando-nos no lugar do outro, promovendo a inteligência espiritual que a tudo explica, consola e faz evoluir.

É importante levantarmos nossa auto-estima, nossa vontade de viver, de amar, de respeitar, de ajudar… Não devemos nos ver somente como um ser físico, somos um ser completo com corpo e alma.

Hoje temos a medicina alternativa, holística, complementar – não importa o nome – o importante é que é a que realmente cura a alma por atuar de dentro para fora.

A homeopatia, yoga, acupuntura, florais, fitoterapia, regressão, arte terapia, reiki, tratamentos espirituais… Estas sim são terapias que vão até a causa e conseguem mudar o ser, sua vibração, seus pensamentos, sintonias, dando-lhe a oportunidade da cura interior, de ser feliz e evoluir em uma ascendente.

Não estamos falando somente dos transtornos de depressão, estas tratativas é para todo e qualquer tipo de doenças, pois, todas tiveram seu início primeiramente no espírito.

Todo e qualquer desequilíbrio físico, mental ou espiritual, deve ser visto como uma doença de alma, de espírito, pois, somente assim conseguiremos nos curar e ser felizes. E mesmo as doenças congênitas que são débitos compulsórios do passado também terão seu lenitivo.

Tratamento
(Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento).

A maioria das pessoas que possuem um quadro clínico depressivo não conhece ou não procura ajuda médica especializada apesar da grande possibilidade de tratamento efetivo.

O tratamento geralmente envolve uma medicação antidepressiva receitada por pelo menos 12 meses para evitar recaídas) e algumas vezes acompanhada de psicoterapia.

A eletroconvulsoterapia (ECT) é utilizada para indivíduos que não tiveram resposta satisfatória ao tratamento medicamentosos. A Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva (EMTr) ou em inglês Repetitive transcranial magnetic stimulation (RTMS) pode ser uma alternativa para os pacientes resistentes aos medicamentos.

Sabe-se também que praticar exercícios regularmente e participar de atividades desportivas e sociais pode ajudar o paciente a superar os sintomas da depressão.

São exemplos de tratamentos comuns para a depressão:

* Medicação
* Psicoterapia comportamental
* Psicanálise
* Eletro-convulso-terapia
* Estimulação Magnética Trans-craniana
* Suplementos alimentares
* Atividades físicas

Atividade Física a longo-prazo controlada por profissionais da Educação Física está associada a redução do nível de depressão ligeira ou moderada.

MARQUE JÁ A SUA CONSULTA COM DR. KAMAL NAHAS:

11-9766-8228

11-5083-1192/3042-1085

Histeria

Histeria (do francês hystérie, e deste do grego ὑστέρα, “matriz”).

O termo tem origem no termo médico grego hysterikos, que se referia a uma suposta condição médica peculiar a mulheres, causada por perturbações no útero, hystera em grego.

O termo histeria foi utilizado por Hipócrates, que pensava que a causa da histeria fosse um movimento irregular de sangue do útero para o cérebro.

Segundo a psicanálise Freudiana é uma neurose complexa caracterizada pela instabilidade emocional. Os conflitos interiores manifestam-se em sintomas físicos, como por exemplo, paralisia, cegueira, surdez, etc.

Pessoas histéricas freqüentemente perdem o autocontrole devido a um pânico extremo. Foi intensamente estudada por Charcot e Freud.

História do termo

No final do século XIX, Jean-Martin Charcot (1825-1893), um eminente neurologista francês, que empregava a hipnose para estudar a histeria, demonstrou que idéias mórbidas podiam produzir manifestações físicas. Seu aluno, o psicólogo francês Pierre Janet (1859-1947), considerou como prioritárias, para o desencadeamento do quadro histérico, muito mais as causas psicológicas do que as físicas.

Posteriormente, Sigmund Freud (1856-1939), em colaboração com Breuer, começou a pesquisar os mecanismos psíquicos da histeria e postulou em sua teoria que essa neurose era causada por lembranças reprimidas, de grande intensidade emocional.

A sintomatologia, que ao mesmo tempo frustrou e estimulou os médicos do século XIX, foi o grande desafio para Freud, que, a partir desse quadro ainda misterioso, desenvolveu técnicas específicas para conduzir o tratamento de suas pacientes: nascia a Psicanálise, como resposta a esse desafio.

Aos poucos foi-se observando que a histeria não era um distúrbio que acometia exclusivamente as mulheres, mas nelas predominava.

Teorizou-se, então, outra segmentação da estrutura neurótica: estava-se diante dos obsessivos que, com sintomas diferentes, também apresentavam grande sofrimento psíquico. Esta sintomatologia, embora predominantemente masculina, não pode ser tratada como exclusiva dos homens.

Nas palavras de Freud: “O nome “histeria” tem origem nos primórdios da medicina e resulta do preconceito, superado somente nos dias atuais, que vincula as neuroses às doenças do aparelho sexual feminino.

Na Idade Média, as neuroses desempenharam um papel significativo na história da civilização; surgiam sob a forma de epidemias, em conseqüência de contágio psíquico, e estavam na origem do que era fatual na história da possessão e da feitiçaria.

Alguns documentos daquela época provam que sua sintomatologia não sofreu modificação até os dias atuais.

Uma abordagem adequada e uma melhor compreensão da doença tiveram início apenas com os trabalhos de Charcot e da escola do Salpêtrière, inspirada por ele.
Até essa época, a histeria tinha sido a bête noire da medicina.

Os pobres histéricos, que em séculos anteriores tinham sido lançados à fogueira ou exorcizados, em épocas recentes e esclarecidas, estavam sujeitos à maldição do ridículo; seu estado era tido como indigno de observação clínica, como se fosse simulação e exagero (…)

Na Idade Média, a descoberta de áreas anestésicas e não-hemorrágicas (sigmata Diaboli) era considerada prova de feitiçaria.”

Distúrbios sensoriais

Os distúrbios sensoriais podem:

* Abranger os sentidos da visão, audição, paladar, tato e olfato;

* Variar desde sensações peculiares até a hiperestesia, alfalgesia, analgesia em partes do corpo ou anestesia total;

* Produzir zonas histerógenas que, quando tocadas, podem desencadear surto histérico;

* Causar grande sofrimento com dores agudas, para as quais nenhuma causa orgânica pode ser determinada.

Os distúrbios motores podem incluir uma gama de manifestações, como paralisia total, tremores, tiques, contrações ou convulsões. Afonia, tosse, náusea, vômito, soluços são muitas vezes de origem histérica.

Episódios de amnésia e sonambulismo são considerados reações de dissociação histérica.

MARQUE JÁ A SUA CONSULTA COM DR. KAMAL NAHAS:

11-9766-8228

11-5083-1192/3042-1085

Alucinação

Alucinação é a percepção real de um objeto que não existe, ou seja, são percepções sem um estímulo externo.

Dizemos que a percepção é real, tendo em vista a convicção inabalável da pessoa que alucina em relação ao objeto alucinado, contudo muitas vezes esta vivência integra a um delírio mais ou menos coerente classificável em diferentes quadros psiquiátricos, incluindo a psicose, patologia psiquiátrica que, entre outros sinais e sintomas, se caracteriza pela perda de contato com a realidade.

Entre possíveis causas das alucinações se incluem as reações à drogas e medicamentos, síndromes associadas ao stress, fadiga, perturbações do sono (especialmente sua privação), infecções (Febres) e entre as psicoses destacam-se a Paranóia e Esquizofrenia.

Em psiquiatria, esse conceito foi introduzido por Esquiroll (1772-1840), como percepção sem objeto e já diferenciando esta da ilusão ou percepção distorcida.

Sendo a percepção da alucinação de origem interna, emancipada de todas as variáveis que podem acompanhar os estímulos ambientais (iluminação, acuidade sensorial, etc.), um objecto alucinado muitas vezes é percebido mais nitidamente que os objetos reais de fato.

Tipos de alucinação

Estudos tem procurando reconhecer padrões recorrentes em cada um desses sentidos associado tais regularidades à características neurofisiológicas e psicopatológicas.

A classificação mais usual, se baseia nos cinco órgãos de sentido, qualquer um deles pode ser afetado e a vivência alucinatória possui as características do que naturalmente pode ser percebido ou seja, com exceção da sinestesia, as referidas sensações obedecem as leis da organização perceptiva de cada receptor ou órgãos sensoriais.

Contudo o conteúdo percebido não necessariamente corresponde à realidade e sim à imaginação e vivências já registradas na memória

* Alucinações auditivas. Geralmente são referidas vozes, dirigidas ou não ao sujeito que vivencia a experiência, com maior ou menor hostilidade – audição dos próprios pensamentos ou sons do mundo cotidiano. As referências mais conhecidas nas mitologias são o canto das sereias das lendas gregas e o chamado do próprio nome pelo Mapinguari da floresta amazônica. As alucinações auditivas devem ser distinguidas do resultante das afecções dos processos auditivos ocasionadas, segundo Luria, por lesão nos diferentes elos da cadeia auditiva, a exemplo das alterações do limiar de percepção, surdez (perda auditiva em diferentes graus), dor associada à intensidades sonoras (recruitment), zumbidos, chiados e ruídos (acúfenos) resultantes de processos patológicos distintos.

Ainda segundo esse autor as alucinações auditivas (músicas, falas, etc.) podem ser provocadas por irritação das áreas primárias do córtex auditivo como o demonstraram as experiências de Forfoerster e Penfield.

* Alucinações visuais ou hipnagógicas – percepções visuais de objetos que não existem, tão reais que dificilmente são removíveis pela argumentação lógica – alguns autores propõem o termo “alucinose” para designar as falsas percepções onde o sujeito tem consciência da natureza imaginária ( um mundo não real ) de sua vivência.

Quanto ao conteúdo podem não ter uma forma específica: clarões, chamas, raios, vultos, sombras, experiência caleidoscópicas semelhantes à mandalas etc, ou têm formas definidas, tais como pessoas, monstros, demônios, animais, santos, anjos, bruxas, essas últimas geralmente são integradas a um processo interpretativo delirante nas psicoses.

As visões místico-religiosas se diferenciam dos processos patológicos, não pela forma e conteúdo do fenômeno vivenciado e sim pelo poder pessoal e inserção social do sujeito que as experimenta. São especialmente relevantes no estudo do fenômeno alucinatório dado a sua proximidade dos processos oníricos as alucinações oniróides, (sonho acordado) Freud refere-se a estas como “alucinações hipnagógicas”, utilizando a expressão de Johannes Müller (1826), “fenômenos visuais imaginativos”.

Estes consistem em imagens, com freqüência muito nítidas e rapidamente mutáveis, que tendem a surgir — de forma bastante habitual em algumas pessoas — durante o período do adormecimento; e também podem persistir por algum tempo depois de os olhos se abrirem. Alguns culturas ditas primitivas como os índios Paiaás (Nordeste), Tapirapés (Brasil central) e descendes dos Toltecas (México) referem-se a técnicas de sonhar e vivências do espírito fora do corpo.

Na visão relativamente limitada (ao processo patológico) da psiquiatria denomina essas e outras experiência de alteração da imagem corporal como alucinações autoscópicas.

* Alucinações táteis– estas podem ocorrer e qualquer um dos receptores (frio, calor, dor, pressão) que compõem esse complexo sentido, que na concepção do neurocientista Luria é o oposto ao sentido da visão, pois parte de elementos isolados para compor uma imagem global. Especialmente complexo na sua distinção dos sintomas orgânicos e interpretação da dor.

A hipocondria e a histeria de conversão utilizam-se de mecanismos alucinatórios na produção de seus sintomas. Alterações da imagem corporal denominada dor e membro fantasma que se referem a sensações provenientes de membros amputados como se esses ainda fossem reais, nem a percepção visual do coto da amputação, pelo menos nas fases iniciais, anula a sensação táctil, com o passar do tempo é que se forma (reorganiza) a nova imagem corporal .

* Alucinações olfativas – suas sensações confundem-se com o sentido do gosto, tanto podem ser agradáveis como desagradáveis, a depender da patologia e personalidade dos doentes, são comuns (como auras) em associações ás Enxaquecas e Epilepsias.

Devem se distinguir de sintomas orgânicos – o gosto amargo ou ácido dos transtornos digestivos e especialmente as impressões olfativas, das interpretações místico-religiosas que identificam na percepção alucinatória de perfumes os processos intermediários das materializações e aparições de espíritos.

* Alucinações sinestésicas— relação subjetiva que se estabelece espontaneamente entre uma percepção e outra que pertença ao domínio de um sentido diferente. Entre os processos de trabalho conjunto podemos citar a formação da Imagem corporal – segundo Paul Schilder uma coordenação entre sensações espaciais (posturais), visuais e proprioceptoras e as denominadas alucinações sinestésicas ou sinestesia.

Entre essas últimas destacam-se as provocadas por uma classe de substancias psicodislépticas denominadas Alucinógeno e Enteógenos explicadas talvez pela concentração de aferências sensoriais serotoninérgicas na região do Mesencéfalo onde atuam, e as sensações sinestésicas ou cenestésicas que segundo alguns psiquiatras (Paim) se constituem como desordens das sensibilidade interna sendo interpretadas como deformações corporais, presença de animais no interior do corpo, contato (cópula) com outras criaturas etc. variando conforme simbologia condicionada ás vivências passadas e contexto sócio –cultural do sujeito.

* Alucinações cinestésicas — é a sensação de que um órgão imobilizado ou parado esteja se movendo.

Estudos têm procurando reconhecer padrões recorrentes nas alucinações e alterações em cada um desses sentidos associado tais regularidades à características neurofisiológicas e psicopatológicas.

MARQUE JÁ A SUA CONSULTA COM DR. KAMAL NAHAS:

11-9766-8228

11-5083-1192/3042-1085

Drogadição

Drogadição é termo genérico criado para compreender qualquer e toda modalidade de adição bioquímica por parte de um ser humano ou a alguma droga (substância química) ou à superveniente interação entre drogas (substâncias químicas), que seja causada ou precipitada por complexo de fatores genéticos, bio-farmacológicos e sociais, aqui incluídos os econômico-políticos.

Gênese

Drogadição é termo mais adequado para referir quer a dependência, quer a farmacodependência, quer a toxicomania, supondo poder-se inferir aí uma gradação.

Com efeito, sob a óptica de inclusão versus exclusão social, falar-se em drogadição é politicamente (lato sensu) preferível do que referir diretamente alguma das modalidades.

Até porque, numa compreensão diagnóstica generalista, qualquer investigação clínica começa pelos aspectos gerais, definindo-se na seqüência as especificidades.

Conquanto algumas vezes seja proposto o conceito de drogadição como “apenas desordem crônica” (Drogadição na cultura inglesa), não é menos verdade que drogadição pode manifestar-se em episódios agudos que eventualmente podem tornar-se crônicos.

Terminologia e uso

Drogadição significa adição a drogas, conforme o Dicionário Aurélio século XXI. Sua etimologia tem a seguinte explicação: “Adicto, do latim addictu, é um adjetivo, que significa:

1. Afeiçoado, dedicado, apegado.
2. Adjunto, adstrito, dependente.
3. Em medicina é quem não consegue abandonar um hábito nocivo, mormente de álcool e drogas, por motivos fisiológicos ou psicológicos.

Adição e drogadição: variadas formas

Adição psíquica

A Adição psíquica esta relacionada com a necessidade de usar determinada droga para ter um uma sensação de bem estar, e alívio das tensões. Caracteriza-se por fenômenos cognitivos onde sempre há uma busca pelos efeitos iniciais do uso da droga.

Os sintomas mais comuns são a ansiedade, a sensação de vazio, as dificuldades de concentração, que podem variar de pessoa para pessoa.

A dependência psicológica normalmente atua no cérebro e produzem um ou mais dos efeitos tais como redução da ansiedade e a tensão; euforia ou outras mudanças agradáveis do humor; impressão de aumento da capacidade mental e física e alterações da percepção sensorial sobre a dependência psíquica.

Dependência física

A dependência física é um estado de adaptação do corpo, manifestado por distúrbios físicos quando o uso de uma droga é interrompido. Significa uma perda de controle sobre o uso da substância, criando um estado chamado de craving, ou — em tradução livre — “ânsia”. Sofre influência pelo tempo de uso de alguma substância, isso depende da forma de uso, da compleição física do indivíduo bem como da parte genética.

Quando a droga é utilizada em quantidades e freqüências elevadas, o organismo cria meios para se defender estabelecer um equilíbrio em seu funcionamento, o que leva a uma adaptanção à droga de tal forma que, na sua falta, funciona mal.

Toxicomania

Toxicomania (Do grego toxikon: veneno + mania = loucura) traduz-se pelo uso excessivo e repetido de uma ou mais substâncias tóxicas (como analgésicos e psicotrópicos) sem justificação terapêutica. Segundo a Organização Mundial da Saúde a definição estrita da toxicomania corresponde a quatro elementos: uma compulsão de consumir o produto; uma tendência para aumentar as doses; uma dependência psicológica e/ou física; conseqüências nefastas sobre a vida cotidiana (emotivas, sociais, econômicas).

Base neurobiológica

O fator biológico importante relacionado ao desenvolvimento da dependência de drogas é o Sistema de Recompensa do Sistema Nervoso Central. Dentro do sistema límbico (área relacionada ao comportamento emocional) pode-se identificar uma área que está relacionada com a sensação de prazer, esta área é denominada circuito de recompensa cerebral.

Estudos com animais demonstram que estímulos elétricos nestas regiões provocam sensações de prazer e levam as repetidas tentativas de estimulação. Todas as drogas de abuso, direta ou indiretamente, atuam no circuito de recompensa cerebral, podendo levar o usuário a buscar repetidamente essa sensação de prazer.

MARQUE JÁ A SUA CONSULTA COM DR. KAMAL NAHAS:

11-9766-8228

11-5083-1192/3042-1085

Disfunção alimentar

Disfunção alimentar, ou transtorno alimentar, é um termo genérico utilizado para significar qualquer alteração relacionada com a alimentação, seja em nível metabólico, ou psicológico ou outro, tal que configure quadro de disfunção no aporte ou provisão alimentar próprio de alguém (dito disfuncional alimentar).

Doenças

Manifesta-se como anorexia, bulimia, desnutrição ou obesidade. No tocante à desnutrição, é preciso tornar claro que tão-somente a gerada por uma disfunção ou desequilíbrio psicossomático do indivíduo deve ser qualificada como “disfunção alimentar”.

Essa observação é necessária para distingui-la da forma desnutricional que não foi, por assim dizer, escolhida pelo indivíduo, mas, sim, engendrada, de ordinário, por um complexo cultural-econômico-político-social, do qual aquele (o desnutrido) é vítima.

Pode-se chamar desnutrição exógena a essa forma engendrada de fora para dentro, enquanto desnutrição endógena será a causada a partir do indivíduo.

Devido às idiossincrasias da adolescência, mostram as estatísticas que essas disfunções alimentares são mais freqüentes nessa faixa etária, quase sempre associadas a algum quadro de disfunção emocional, na dinãmica da família, da escola, do trabalho — enfim, da vida social.

Contudo, outras faixas etárias também mostram incidência dessa disfunção alimentar.

Fatores como cultura, etnia, idade, entre outros, estão entre as características dessa ocorrência.

Quase sempre essas formas inter-transmutam-se, não raro estão associadas, podendo um quadro de anorexia conjugar-se com outro de bulimia etc — e vice-versa – o que constitui agravante de complexidade na correta abordagem terapêutica do caso.

Causas

São vários os motivos apresentados, como por exemplo:

* Genética
* Pressão da midia para ser magra
* Casos de obesidade na família
* Baixa auto-estima
* Fatores culturais (causa destas doenças afetarem poucos rapazes)

Anorexia

Anoréxicos atingem uma grande perda de massa, de modo que o seu Índice de Massa Corporal se reduza a valores inferiores a 17,5 kg/cm². A perda de peso pode ser efetivada por estrita restrição dietética, em adição a exercícios físicos excessivos; outros, em conjunção a esses métodos, também podem abusar de técnicas purgativas (provocar-se vômitos, abusar de laxantes ou diuréticos, etc.) que acreditam resultar em perda das calorias consumidas, sem necessariamente, como no caso da bulimia, ter antes havido períodos de comilança desenfreada.

Bulimia

Por definição, bulímicos passam por episódios (pelo menos duas vezes por semana) de comilança desenfreada que resultam num consumo de calorias muito superior ao de uma pessoa normal no mesmo período.

Seguidos desses episódios, são por eles empregados vários hábitos que visam compensar o ganho calórico, entre os quais os mais usados são as técnicas purgativas; em uma pequena minoria dos casos, porém, bulímicos limitam-se a se exercitar rigorosamente e/ou jejuar por longos períodos, sem provocar a purgação da comida.

A bulimia se distingue do tipo purgativo da anorexia, por não haver, no caso do primeiro transtorno, o emagrecimento extremo visto no segundo.

Obesidade

é o acúmulo excessivo e patológico de gordura no organismo, acima de quinze por cento do peso normal, o que se observa através da comparação entre peso e altura.

Desnutrição

É causada por dieta inapropriada, hipocalórica e hipoprotéica; também pode ser causada por má-absorção de nutrientes.

Sintomas e outros Sinais de Alerta

* Emagrecimento
* Cuidado excessivo com a alimentação
* Desculpas para não comer ou comer sozinha
* Isolamento, alterações de humor e Agressividade
* Excesso de exercício físico
* Vômito e uso de laxantes
* Atitude demasiado crítica quanto à sua imagem
* Perda da menstruação

Tratamento

O tratamento é multidisciplinar, isto é, envolve a recuperação do peso normal com acompanhamento nutricional e médico, a eliminação das causas psíquicas através de apoio psicológico e a prevenção da recaída, sobretudo pelos familiares mas com apoio de psicólogos. Em casos graves pode ser necessária hospitalização.

Contudo, todos eles podem ser tratados com sucesso, com competente cuidado médico, nutricional e psicológico, incluindo-se a hipnoterapia.

MARQUE JÁ A SUA CONSULTA COM DR. KAMAL NAHAS:

11-9766-8228

11-5083-1192/3042-1085

Perversão

Definição

O significado original per vertio, por sua vez derivado de per vertere, remete à noção de “pôr de lado”, ou “pôr-se à parte”.

Nesse contexto, qualquer conceito pode ser “pervertido”. Sejam os conceitos mais abstratos, como os de conservação, de nutrição, de reprodução, etc, como os conceitos mais concretos. Pode-se dizer que uma versão moderna de uma obra clássica, por exemplo Romeu e Julieta, é uma perversão da história original.

Historicamente, perversões de conceitos morais foram atribuídas a perturbações de ordem psíquica, que dariam origem a tendências afetivas e morais contrárias às do ambiente social do pervertido.

Para essa visão, a perversão poder-se-ia constituir em uma única anomalia psíquica do indivíduo, ou fazer-se acompanhar por déficit intelectual, de instabilidade emocional, de doença mental intercorrente, etc.

O comportamente do pervertido seria, então, determinado pelo seu nível intelectual: enquanto as perversões dos com o “nível intelectual inferior” seriam impulsivas, brutais, practicadas sem rebuço, as dos “indivíduos de bom nível intelectual” seriam quase sempre astuciosas, dissimuladas, encobertas.

Entre os atos mais frequentemente apontados como perversões, por se desviarem de forma mais grave do comportamento tido como normal do ponto de vista social, são atos tidos como desvios sexuais: sadismo, masoquismo, pedofilia, exibicionismo, voyeurismo, etc.

Sabe-se que a masturbação também já foi considerada uma modalidade de perversão sexual no passado[carece de fontes?].

Na medicina moderna quando o comportamento individual de excitação sexual somente se dá em resposta a objetos ou situações diferentes das tidas como normais, e quando esse comportamento interfere na capacidade do indivíduo de ter relações sexuais e/ou afetivas tidas como normais, dá-se o nome a essa disfunção de parafilia

Estrutura Psíquica e Comportamental

Na Psicanálise, perverso é toda pessoa que possui um modo de funcionamento psíquico baseado numa estrutura perversa.

Histórico do conceito

O conceito psicanalítico de “perverso” tem origem na obra de Freud, nos Três Ensaios Sobre a Teoria de Sexualidade, publicado em 1905. Nesta obra inicial Freud trata da perversão como desvio da conduta sexual que não visa a genitalidade.

Inicialmente o termo era restrito ao comportamento homossexual, sado-masoquista, fetichista, entre outras modalidades de cópula que não se orientavam pela penetração peniano-vaginal.

Com o passar dos anos Freud começa a perceber que a escolha narcísica de objeto, ou seja, a escolha homossexual de objeto feita de maneira recorrente pelos homossexuais, pedófilos e fetichistas denunciavam um modo de funcionamento psíquico e discursivo diferente das neuroses e das psicoses.

Na Introdução ao Narcisismo, ao discorrer sobre seus estudos onde a patologia do “amor próprio” começa a ficar claro a diferença que ele percebe em relação aos neuróticos e psicóticos.

A partir de 1919 relaciona perversão e édipo, nos textos Uma criança é espancada: Contribuição ao estudo da origem das perversões, A dissolução do complexo de édipo, e A organização genital infantil: uma interpolação na teoria sexualidade.

Nestes textos ainda não há uma indicação clara de um mecanismo específico que indique o caminho da perversão como uma estrutura. Pensamos que aspectos da sexualidade perverso-polimorfa podem estar presentes em qualquer estrutura, sem que isto a defina.

O conceito de recusa aparece como um mecanismo normal da construção da sexualidade, que posteriormente é superado, a castração aceita e os desejos incestuosos, juntamente com os desejos de completude sucumbem ao recalque.

No texto Fetichismo de 1927 a recusa passa a ser entendida como um elemento permanente que, associado a cisão do ego (Spaltung), se tornam os mecanismos de defesa que marcam a estrutura perversa.

Em seu pequeno trabalho dedicado ao fetichismo Freud propõe que a chave desta forma de perversão se encontra justamente em uma duplicidade de atitudes diante da castração da figura materna: reconhecimento e repúdio a um só tempo.

Ora, isto só é possível à custa de um processo dissociativo que, como torna-se evidente, incide no eu. Não se trata de uma degeneração ou incapacidade constitucional de síntese mas de um processo de defesa.

A patologia neurótica se caracteriza pelo recalque (Verdrängung) do desejo durante o Complexo de Édipo. A somatização de conversão histérica, por exemplo, esta ligada a um desejo sexual que não foi satisfeito pelas vias normais.

Na patologia psicótica há uma rejeição (Verwergung) da realidade e do Complexo de Édipo. Os delírios, alucinações de depressões são uma tentativa frustrada de dar sentido e lógica a uma visão de mundo particular.

Já na patologia perversa o que ocorre é recusa (Verleugnung) da Castração Edipiana. O perverso não aceita ser submetido as leis paternas e, em conseqüência, as leis e normas sociais. Ele não rejeita a realidade e nem recalca os seus desejos.

Ele escolhe se manter excluído do Complexo de Édipo e da alteridade e passa a satisfazer sua libido sexual consigo mesmos (narcisismo). Este é o motivo de todo o perverso ter uma escolha homossexual de objeto, sendo representado por ele mesmo em alguém do mesmo sexo ou do sexo oposto.

Foi Jaques Lacan que transformou esta opção de recusa da castração e da lei como estrutura psíquica singular a neurose e a psicose.

Características comportamentais

Segundo os diversos estudiosos da perversão alguns comportamentos são predominantes desta estrutura patológica.

* Sedução: Ao contrário da histérica que seduz por impulso, por uma necessidade inconsciente, o perverso seduz com intenção de manipular e controlar as pessoas ao seu redor. Através da incitação sexual, do choro, ou da sedução de ordem financeira, entre outras, o perverso usa suas vítimas no seu leque de relacionamentos. O perverso sempre tira proveito da sedução.

* Vampirismo: Os perversos sugam recursos e energias de outras pessoas para se manter existindo. É muito comum que um perverso, em vida adulta produtiva, continue recebendo rendimento de pais e parentes.

Um perverso também pode tirar sua fonte de rendimento aplicando golpes no Governo (aposentadoria, por exemplo), ou criando situações onde possam receber indenizações de outras pessoas ou empresas. É comum, em mulheres, ficarem grávidas para só viverem de pensão.

Os perversos são pouco afeitos ao trabalho próprio como meio de própria subsistência.

* Escolha narcísica de objeto: Um perverso procura estabelecer relações mais intimas com aqueles que se assemelham com ele ou por quem ele tem inveja (ou seja, quer ser como).

Sua escolha homossexual de objeto o leva a ter amor somente por si mesmo. Quase nunca leva em consideração os sentimentos e necessidades do outro. A escolha sexual, apesar de ser narcísica, não esta limitada ao homossexualismo.

Há perversos que mantém relações sexualmente heterossexuais mas, psiquicamente, homossexuais. A opção homossexual também não se restringe a estrutura perversa podendo também aparecer nas psicoses, como bem observou Freud, Melanie Klein, Masud Khan e Lacan.

* Mentira: O perverso é um mentiroso patológico. Ele saber mentir muito bem e sabe convencer as pessoas de que está certo. Utiliza de retórica sofística, demagogia e apelo emocional na mentira com o intuito de conseguir o que quer.

Nas neuroses histéricas e na personalidade borderline também existe o fator mentira. A diferença é que o perverso a utiliza para tirar benefícios, lucrar e pode usar este recurso mesmo que isso traga prejuízo para outras pessoas. A teatralidade e a falta de constrangimento são marcas bem características.

* Problemas com a autoridade/moral/lei: Lacan bem observa que um dos sintomas que se propagam após a castração dos desejos por parte da autoridade (pai), o perverso sente um imenso prazer em desafiar regras morais e legais. Eles se sentem desconfortáveis quando estão sob a autoridade de um chefe, parceiro, juiz, policial ou de qualquer outra função normativa.

Quando são obrigados a aceitar uma ordem fazem o serviço mal feito ou sabotam o trabalho. Os perversos possuem um sistema de moral e de justiça muito peculiar baseado em sua centralidade narcisista.

Características psicosomáticas

Muitos autores como Masud Khan e Otto Kernberg perceberam, ao longo de seus estudos com pacientes perversos, alguns sintomas recorrentes de saúde.

Estes problemas não se restringiam somente a doenças sexualmente transmissíveis, conscientemente atribuído a promiscuidade sexual e inconscientemente relacionado com a negação de gerar ou dar uma vida para outra pessoa. Problemas relativos ao aparelho procriador são constantemente relatados por estes pacientes.

Para os pósreichianos como Federico Navarro os problemas nos órgãos reprodutores são produzidos pelo fluxo de energia libidinal que, em relação com o sistema psíquico, produz sintomas que comprometem órgãos relacionados a fertilidade.

A rejeição de se entregar verdadeiramente para uma pessoa, de ser solidário ou de ajudar o outro sem esperar um retorno pessoal causam um bloqueio energético específico nos níveis 6 e 7. Com excessão dos perversos que se utilizam do aparelho reprodutor e da capacidade de gerar filhos no intuito de explorar tal condição, uma boa parcela dos perversos retratam alguns problemas genitais específicos desde a adolescência.

Apesar da orientação reichiana estas observações são compartilhadas por algumas linhas da psicologia, psiquiatria e psicanálise.

* Homem: Alguns homens de estrutura perversa apresentam constantes feridas no pênis. Também apresentam uma contagem baixa de esperma desde a adolescência. Geralmente apresentam desajustes hormonais que comprometem o crescimento de pelôs em muitas partes do corpo como no toráx, sobrancelha, costas e genitais.

* Mulher: Algumas mulheres de estrutura perversa relatam pequenas feridas ou manchas nos lábios genitais e vulvas. Desde a adolescência possuem problemas com o útero que comprometem seriamente a capacidade reprodutiva.

É comum problemas hormonais que atrapalhem a ovulação e a possibilidade do surgimento de cistos. Os desajustes somáticos do aparelho reprodutor produzidos pela perversão podem, entre outras coisas, comprometer a saúde de um possível feto gerado.

MARQUE JÁ A SUA CONSULTA COM DR. KAMAL NAHAS:

11-9766-8228

11-5083-1192/3042-1085

Psicose

Psicose é um termo psiquiátrico genérico que se refere a um estado mental no qual existe uma “perda de contacto com a realidade”.
Nos períodos de crises mais intensas podem ocorrer, irá variar de caso a caso, alucinações ou delírios, desorganização psíquica que inclua pensamento desorganizado e/ou paranóide, acentuada inquietude psicomotora, sensações de angústia intensa e opressão, e insônia severa.

Tal é frequentemente acompanhado por uma falta de “crítica” ou de “insight” que se traduz numa incapacidade de reconhecer o carácter estranho ou bizarro do comportamento. Desta forma surgem também, nos momentos de crise, dificuldades de interacção social e em cumprir normalmente as actividades de vida diária.

Uma grande variedade de stressores do sistema nervoso, tanto orgânicos como funcionais, podem causar uma reacção psicótica. Muitos indivíduos têm experiências fora do comum ou mesmo relacionadas com uma distorção da realidade em alguma altura da sua vida sem necessariamente sofrerem consequências para a sua vida.

Como tal, alguns autores afirmam que não se pode separar a psicose da consciência normal, mas deve-se encará-la como fazendo parte de um continuum de consciência.

Para o psicodiagnósitco são feitas observações clínicas que, a depender do caso, pode-se chegar a meses para um quadro correto.

Dois guias de diagnósticos internacionais de doenças podem ser usados como referência: o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (o atual é oDSM-IV), e o CID-10, a Classificação Internacional de Doenças. No CID-10 as psicoses estão classificações se encontram classificadas nas siglas F.20 a F.29; F.30, F.31, F.32.2 e F.32.3.

Sobre as principais características clínicas das psicoses, pode-se afirmar:

- São psicologicamente incompreensíveis (segundo Jaspers)

- Apresentam vivências bizarras,como delírios, alucinações, alterações da consciência do eu.

- Não existem alterações primárias na esfera cognitiva. Memória e nível de consciência não estão prejudicados, se isto acontece é devido a outras alterações psíquicas, bem como devido a substâncias psicoativas.

Como tal, a psicose pode ser causada por predisposição genética, fatores exógenos orgânicos mas desencadeados por fatores ambientais, psicossociais, com acentuadas falhas no desempenho de papéis, na comunicação, no autocontrole, no comportamento da afetividade, na percepção sensorial, na memória, no raciocínio, no pensamento e linguagem.

Há perda do senso da realidade e da capacidade de testá-la e, em casos extremos, do autoconhecimento, deixando o paciente de cuidar-se no aspectos mais triviais, como a alimentação e a higiene pessoal.

Na psicanálise, a psicose causou dificuldades teóricas para Freud, mas não para Lacan. Se o primeiro demonstrou-se hesitante em enquadrá-la teoricamente, concentrando-se na neurose, Lacan, tomando-a constantemente em suas conferências, associou-a à forclusão do nome-do-pai.

As definições de psicose em geral descrevem as classes de eventos que configuram sua natureza ou essência, apontam-lhe as causas e variações. Assim, haverá importantes distinções quanto ao conceito; caso venha a ser formulado no campo das Ciências da Saúde terão diferentes conotações das formuladas no campo Religioso, Poético dou das Ciências Humanas.

Michel Foucault em seu texto “A história da Loucura”  aponta que a loucura (posteriormente chamada de psicose) poderia ser entendida como uma aberração da conduta em relação aos padrões ou valores dominantes numa certa sociedade; neste sentido, entender a psicose é também buscar entender quais os padrões dominantes e quais as reações do grupo social à tais condutas estranhas e aos seus agentes.

MARQUE JÁ A SUA CONSULTA COM DR. KAMAL NAHAS:

11-9766-8228

11-5083-1192/3042-1085

Do Blog

Fantasia

Mar. 8, 2010 Sem Comentários

Fantasia é uma noção que encontra as mais diversas conceituações na psicologia. O conceito de Freud relaciona a fantasia a um mecanismo ligado ao princípio do prazer e distanciado do mundo externo, que o indivíduo utiliza como uma busca da satisfação por meio da ilusão. Para Carl Gustav Jung, a fantasia expressa o fluxo ou [...]

Mais »

O transtorno do pânico ou síndrome do pânico é uma condição mental psiquiátrica que faz com que o indivíduo tenha ataques de pânico esporádicos, intensos e muitas vezes recorrentes. Pode ser controlado com medicação e psicoterapia. É importante ressaltar que um ataque de pânico pode não constituir doença (se isolado) ou ser secundário a outro [...]

Mais »

Ansiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração etc. Causas Esses dois aspectos, tanto a ansiedade quanto o medo, não surgem na [...]

Mais »

A depressão (também chamada de transtorno depressivo maior) é um problema médico caracterizado por diversos sinais e sintomas, dentre os quais dois são essenciais: humor persistentemente rebaixado, apresentando-se como tristeza, angústia ou sensação de vazio e redução na capacidade de sentir satisfação ou vivenciar prazer. O estado depressivo diferencia-se do comportamento “triste” ou melancólico que [...]

Mais »
Histeria

Mar. 8, 2010 Sem Comentários

Histeria (do francês hystérie, e deste do grego ὑστέρα, “matriz”). O termo tem origem no termo médico grego hysterikos, que se referia a uma suposta condição médica peculiar a mulheres, causada por perturbações no útero, hystera em grego. O termo histeria foi utilizado por Hipócrates, que pensava que a causa da histeria fosse um movimento [...]

Mais »

Alucinação é a percepção real de um objeto que não existe, ou seja, são percepções sem um estímulo externo. Dizemos que a percepção é real, tendo em vista a convicção inabalável da pessoa que alucina em relação ao objeto alucinado, contudo muitas vezes esta vivência integra a um delírio mais ou menos coerente classificável em [...]

Mais »

Drogadição é termo genérico criado para compreender qualquer e toda modalidade de adição bioquímica por parte de um ser humano ou a alguma droga (substância química) ou à superveniente interação entre drogas (substâncias químicas), que seja causada ou precipitada por complexo de fatores genéticos, bio-farmacológicos e sociais, aqui incluídos os econômico-políticos. Gênese Drogadição é termo [...]

Mais »

Disfunção alimentar, ou transtorno alimentar, é um termo genérico utilizado para significar qualquer alteração relacionada com a alimentação, seja em nível metabólico, ou psicológico ou outro, tal que configure quadro de disfunção no aporte ou provisão alimentar próprio de alguém (dito disfuncional alimentar). Doenças Manifesta-se como anorexia, bulimia, desnutrição ou obesidade. No tocante à desnutrição, [...]

Mais »
Perversão

Mar. 8, 2010 1 Comentário

Definição O significado original per vertio, por sua vez derivado de per vertere, remete à noção de “pôr de lado”, ou “pôr-se à parte”. Nesse contexto, qualquer conceito pode ser “pervertido”. Sejam os conceitos mais abstratos, como os de conservação, de nutrição, de reprodução, etc, como os conceitos mais concretos. Pode-se dizer que uma versão [...]

Mais »
Psicose

Mar. 8, 2010 Sem Comentários

Psicose é um termo psiquiátrico genérico que se refere a um estado mental no qual existe uma “perda de contacto com a realidade”. Nos períodos de crises mais intensas podem ocorrer, irá variar de caso a caso, alucinações ou delírios, desorganização psíquica que inclua pensamento desorganizado e/ou paranóide, acentuada inquietude psicomotora, sensações de angústia intensa [...]

Mais »